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O Poderoso Chefão, críticas (?)




Como alguém poderia imaginar que outro alguém criticaria o filme "O Poderoso Chefão - 1972", será que alguém já o fez?

Na verdade, ontem em pleno ano de 2010 foi a primeira vez que assisti "O Poderoso Chefão" e posso dizer que achei o filme fantástico como cidadã comum, mas se fosse crítica de cinema (com as características que conhecemos dos críticos), eu iria apontar vários defeitos. E por que não o fazem? Talvez porque lhes falte coragem.

1º Como uma família de mafiosos iria permitir que uma filha e irmã fosse espancada e maltratada pelo marido que só foi morto no final do filme por outro motivo, traição.
2º A irmã de Michael (Al Pacino) estava grávida quando Al foi se exilar na Itália, ao chegar lá se casou, depois sua mulher morreu e ele voltou para os EUA e se casou novamente e teve um filho. Apenas quando seu filho estava com 3 anos é que a irmã de Michael deu a luz. Então, ela teve uns 5 anos de gestação? rsrsrsr... Não há indícios de que seja um segundo filho, pelos diálogos nota-se que é seu 1º filho. Acho que em 1972 já não se deveria cometer um erro grosseiro assim em um longa.
3º O que foi que colocaram nas bochechas de Marlon Brando? Duas batatas? rsrss...
4º A história se passa no final da década de 40, mas as roupas dos homens e mulheres e maquiagem feminina são exatamente do início de 1970.
5º Por último o detalhe mais importante. O Michael era um herói de guerra como se vê logo no início do filme. Como é que a certa altura do longa, ele diz não saber atirar e se espanta com o estrondo do revólver?

Críticas (detalhes) à parte. o filme "O Poderoso Chefão" é absolutamente recomendado, sempre.

Comentários

Anônimo disse…
Apenas buscando explorar outras formas de interpretação e elucidando:
1º - Sempre fora nítido o amor de Connie por Carlo. É bem provável que não executaram anteriormente o próprio em razão desse amor e, obviamente, pela gravidez, como é dito ate mesmo por Sonny.
2º - Connie teve dois filhos de Carlo. Reveja o filme com mais atenção.
3º - Inicialmente, no teste, algodão. Posteriormente, próteses. Eu achei que ainda assim soou natural.
4º - Discordo. Apenas.
5º - Pelo que pude notar ali ele treinava para um Assassinato. Premeditado, motivado por razões extremamente diferentes de uma guerra. Assim como há diferença na arma, no modus operandi da situação, etc.
Renata Fraia disse…
Olá "Anônimo" pena não ter se identificado...

Quero agradecer pelo comentário. Acho que filmes despertam reações e interpretações diferentes a quem os assiste e - interpretações diferentes nas várias vezes em que assistem novamente... e novamente.... -

Seu comentário enriqueceu o post. Espero que retorne para ler esta resposta.

Saudações!
Renata
Pedro disse…
Saudações, senhorita!
Retornei, sim, para ler sua resposta e não pude deixar de reparar no "...novamente...e novamente..." e assumo a veracidade da observação. Longe de me considerar um expert em cinema, apenas comento sobre o filme como um fanático comenta sobre seu time de futebol (traço o paralelo apenas para citar que detesto futebol). =] Quanto às "reações e interpretações", algo subjetivo, acredito que são válidas apenas para a observação de número 3, visto que as restantes, dentro do contexto do longa (e história, no caso da moda), possuem embasamento de forma a não dar margem para tantos outros tipos de assimilação. Tudo de bom!
Renata Fraia disse…
Que bom que voltou... e obrigada pelo senhorita!

Confesso que talvez tenha exagerado no novamente e novamente... mas não quis me referir a esse filme em específico.

Sabe, quando aprecio um filme, costumo vê-lo mais de 3 vezes e a cada vez noto um detalhe que não tinha reparado da primeira vez. E...hum...pensando melhor...já que não consigo enxergar todos os detalhes da primeira vez, talvez seja prudente não escrever sobre qualquer tipo de crítica antes de assistir mais vezes.

Agora, minha vontade de assistir o "O Poderoso Chefão" mais uma vez está bastante aguçada. Vou ver se tenho o filme gravado na SKY, ou esperar passar no Cult ou locar. Quando o fizer volto aqui para comentar.

Abraços!!
Renata Fraia disse…
Olá Pedro, desculpe... só agora vi que você se identificou! Ufa! que bom que seu nome não é "Carlo" já estava ficando com medo! hehe.

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