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Transmitir o bem é meu propósito... pena que isso incomode ou não seja valorizado [#SóQueNão]

Hoje eu estava assim... me sentindo sem energia, sem vontade de levantar da cama, de cortar minhas unhas (que, embora não estivessem tão compridas, estavam incomodando meu trabalho), de preparar algo pra comer (e olha que AMO COZINHAR). Depressão? Que nada! Incredulidade da pura mesmo... Eu, que gosto de ajudar as pessoas em qualquer coisa que precisem, que estou sempre pronta a fazer o bem, a inspirar as pessoas, a arrancar-lhes um sorriso, a ajudar com alguma doença (minha porção farmacêutica me fez assim), merecia ser desprezada por muitos dos que ajudei em 2017 e, por isso, se reergueram? Não... não merecia. Mas foi então que algo mudou o meu dia e me vi refletida em uma pessoa, uma pessoinha que teve uma vida breve, muito breve, mas que foi capaz de mudar e continuar mudando a vida de uma infinidade de pessoas [22 milhões até o fim da produção do filme]. Que filme? hahahaaaa... O filme que salvou "meu" dia e que inspirará "minhas" próximas ações em prol das outras pessoas. Se eu nunca vi um propósito maior para nascer e viver nesse mundo do que fazer o bem a todos, depois do filme Uma Vida com Propósito (I'm not ashamed) esse sentimento aumentou... acho que triplicou na verdade! Depois dele minha verá terá ainda mais propósito... sempre transmitindo o bem... até para a mais egoísta das pessoas...

"Uma vida com propósito" narra a história real de Rachel Joy Scott, uma jovem americana que encontrou na vida cristã e no imenso amor de Deus uma forma de fazer a diferença na vida das pessoas. Infelizmente, ela foi uma das vítimas do Massacre de Columbine, mais um daqueles ataques que adolescentes revoltados cometem no local onde deveriam se educar, a escola.

No começo, ela se revolta em não ser reconhecida por seus atos de bondade e quase se rebela... Quase... Porque a tia dela a leva a uma igreja e ela entende que deve continuar agindo conforme acredita, fazendo o bem, ainda que não seja AGRADECIDA nem tampouco RETRIBUÍDA por isso. E é aí que começa sua jornada...

Mas algo que se destaca é o fato dela não conseguir imaginar um futuro para ela e isso é explicitado na cena em que diz ao amigo-irmão (alguém a quem ela reinseriu na sociedade) ao dizer: não me vejo entrando em uma faculdade, me casando... [ela estava prevendo o fim de sua vida terrena, obviamente].

Alguns dias antes de morrer cruelmente assassinada, ela desenha seus olhos e 13 lágrimas vertendo deles. A professora questiona qual a explicação para aquele número de lágrimas. Ela não soube dizer. Também chamou-me a atenção o fato de ela sentir vontade de chorar sem saber o porquê (o filme relata isso várias vezes). Morreram 13 estudantes naquele fatídico 20 de abril de 1999. Cada lágrima foi dedicada a cada aluno que perdeu sua vida.

Enfim, no fim... todos eles reconheceram o bem que Rachel Joy fez a eles e que [mais importante] mudou suas vidas! E na mensagem final, o narrador conta que milhões de pessoas continuam a agradecer a essa jovem pelo que sua história fez por suas vidas.

E eu, aqui, em minha casa me sentindo triste porque faço tanto o bem e não recebo nada em troca quando preciso dessa pessoa assisti o filme e passo agora a fazer parte desse grupo de pessoa que tornou possível que a vida dela tivesse, sim, um grande propósito. Vou continuar seguindo assim porque fazer o bem faz bem a quem recebe, mas também a quem faz. Então, se não ser reconhecida me incomoda? Não a partir de agora, por isso o #SóQueNão do título! Vou continuar ajudando e fazendo o bem e orando e informando sobre medicamentos e doenças a quem precisar, sempre -- e sem esperar agradecimento ou reconhecimento. Fim!

Rachel Joy Scott, cuja curta vida teve um imenso propósito:






#filmes

Botão de rosas... o que ela mais desenhava

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